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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Mushy17 e Discos de 78 RPM no Mercado Livre

O disco de 78 rotações ou 78 rpm era uma chapa (formato bolacha), geralmente de cor negra, empregada no registro de áudio (músicas, discursos, efeitos sonoros, trilha sonora de filmes, etc.). Em geral, foram grandemente utilizados na primeira metade do século XX.
Diferenças entre os principais formatos de discos
Exemplos de discos de 78 rotações


O material utilizado em sua fabricação era a goma-laca, que dava uma característica rija, vítrea e extremamente frágil ao formato. Eram executados inicialmente nos gramofones e, posteriormente, nos toca-discos eléctricos.


Até 1948 eram o único meio de armazenamento de áudio, quando foi inventado o LP, mais resistente, flexível, e com maior tempo de duração.


Sua criação é atribuída a Émile Berliner, alemão, na década de 1870, e só passou a ser comercializada em 1895. Berliner divergia de Thomas Edison em relação ao formato a ser adotado para armazenar a gravação sonora, invento ainda recente. Edison apostou nos cilindros de cera, de duração de 1 a 3 minutos, que possuíam menor ruído, porém de menor alcance sonoro (aposta, aliás, fadada ao fracasso, com o cancelamento definitivo do formato de cilindro em 1912). Em um primeiro momento a invenção de Berliner foi encampada por uma famosa empresa alemã de brinquedos, que o vendia como tal, junto com um gramofone de dimensões reduzidas.


No final da década de 1890, Berliner criava a Gramophone Company, existente ainda hoje com o nome de EMI (Electric and Music Industries), importante selo no mercado mundial da música. A velocidade e o formato, porém não estavam ainda definidos. Havia discos de 76, 79, 80 rotações, e os tamanhos variavam de 15, 17, 20, 25 a 30 cm. Tal divergência advinha dos diferentes métodos e técnicas de gravação desenvolvidas pelas primeiras marcas, ainda no início do século XX.


Finalmente, na metade da década de 10 a Victor Record Company (mais tarde RCA Victor) estabeleceu o padrão mais conhecido, e com o qual se denominam os tais discos: 78 rotações por minuto, com as dimensões de 25 cm (ainda continuaram a ser editados discos de dimensões maiores, de 30 cm, especialmente para peças de música clássica, de maior duração). O auge do uso deste formato deu-se nas décadas de 40 e 50, quando o consumo de discos para uso particular tornou-se um costume difundido no mundo inteiro. Mas, ao mesmo tempo, em 1948, surgiria o formato que iria substituí-lo: o LP (Long-Playing), de 33 rotações e 30 cm.


Esse tipo de disco teve ainda uma sobrevida de alguns anos. Nos Estados Unidos, sua produção encerrou-se em 1957. No Brasil, os últimos 78 rotações foram produzidos em 1964. Já em alguns países africanos como Nigéria e Gana, ou ainda Índia, Colômbia, Guatemala e na extinta União Soviética, o formato continuou sendo utilizado até o início da década de 1970.


 Fonte wiki:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_de_78_rota%C3%A7%C3%B5es_%28disco_de_goma-laca%29

























































Nosso acervo conta com mais de 500 Discos de 78 RPM
todos os ritmos e nomes da MPB e internacionais


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http://perfil.mercadolivre.com.br/MUSHY17






Vídeo ilustrando:


Leilão da Mushy17 no Mercado Livre

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Choro a Música Brasileira


O Choro, popularmente chamado de chorinho, é um gênero de música popular e instrumental brasileira.

Tido como a primeira música popular urbana típica do Brasil, o choro nasceu no Rio de Janeiro em meados do século XIX [1]. Até hoje é muito executado tanto por grupos tradicionais, como as rodas de choro e regionais, quanto por músicos de outras origens.

O choro não se caracteriza por um ritmo específico, mas pela maneira de se tocar solta e sincopada, repleta de ornamentos e improvisações. Assim, é muito vasta a gama de ritmos nos quais se baseiam os compositores de choro. Dentre os principais ritmos utilizados, pode-se citar o maxixe, o samba, a polca e a valsa, dando origem, assim, ao ‘’samba-choro’’, à ‘’polca-choro’’ e à ‘’valsa-choro’’ (com relação ao maxixe, não é utilizada a expressão “maxixe-choro”, mas apenas ‘’maxixe’’). Além disso, há choros de andamento rápido e choros mais lentos (apelidados "varandões").

O flautista e compositor Joaquim Antônio da Silva Calado é considerado um dos pioneiros do choro, ou pelo menos um dos principais colaboradores para a fixação do gênero, quando incorporou ao solo de flauta, dois violões e um cavaquinho, que improvisavam livremente em torno da melodia. Foi Calado quem, pela primeira vez, grafou a palavra choro no local destinado ao gênero em uma de suas partituras: a da polca ‘’Flor Amorosa’’. Até então, os compositores se limitavam a indicar, como gênero, os ritmos tradicionais.

Uma denominação muito usada por compositores dessa época, como o também pioneiro Ernesto Nazareth, é ‘’tango brasileiro’’, evocando a influência da música ibérica e o desenvolvimento paralelo ao do tango argentino e uruguaio.

O músico, compositor ou instrumentista, ligado ao choro é chamado chorão. Característica freqüentemente apreciada no choro é o virtuosismo dos instrumentistas, bem como a capacidade de improvisação dos executantes.

O conjunto regional é geralmente formado por um ou mais instrumentos de solo, como flauta, bandolim e cavaquinho, que executam a melodia, o cavaquinho faz o centro do ritmo e um ou mais violões e o violão de 7 cordas formam a base do conjunto, além do pandeiro como marcador de ritmo. Originalmente, o cavaquinho – por suas características técnicas como a pouca ressonância – era considerado apenas um instrumento de “centro”, ou seja, um instrumento harmônico-rítmico utilizado apenas na base do conjunto. Entretanto, com a melhoria de recursos acústicos e eletrônicos (como o pedal de reverb), passou também a solista.

As rodas de choro são reuniões mais informais de chorões, muito diferentes de apresentações e shows. Geralmente acontecem em bares ou na própria casa dos músicos, em que todos se juntam para tocar choro. Não existe uma formação específica e os músicos que vão chegando se juntam à roda.

Alguns dos chorões mais conhecidos são Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth e Pixinguinha. Alguns dos choros mais famosos são

    "Tico-Tico no Fubá", de Zequinha de Abreu
    "Brasileirinho", de Waldir Azevedo
    "Noites Cariocas", de Jacob do Bandolim
    "Carinhoso" e "Lamento" de Pixinguinha
    "Odeon", de Ernesto Nazareth

O choro serviu de inspiração a diversos compositores eruditos brasileiros e estrangeiros. Dentre as composições de Heitor Villa-Lobos, o ciclo dos Choros é considerado um conjunto de obras importantes. O compositor francês Darius Milhaud, que foi adido cultural da França no Brasil, inseriu em sua peça ‘’Scaramouche’’ algumas idéias de choro, inclusive com um plágio de ‘’Brejeiro’’, de Nazareth.

Também a música erudita inspirou os chorões, como o flautista Altamiro Carrilho, que gravou discos chamados Clássicos em Choro, nos quais toca música clássica com sotaque de choro.

Texto retirado do Wiki:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Choro

Outro bom local para conhecer gente do choro é este:
http://chorodebolso.blogspot.com/

Os amigos Debora e Canduta na livraria Realejo tocando choro.

Outro amigo do Choro é o Grande Jorge Maciel:

Veja o seu blog:
http://macieljorge.blogspot.com/

Um excelente vídeo de Isto é o choro com Luizinho 7 cordas e o Joãozinho do bandolim tocando Dolente


Também teve o Chorinho de quintal, que foi uma tradicional roda de choro